A ideia que a gente quer resolver

Abrir um projeto raramente significa só abrir um aplicativo. Pode ser editor, terminal, diretórios, navegador, áudio, notificações e uma organização de workspace que você montou por um motivo.

Work Environments tenta representar esse contexto de forma explícita. Não como script mágico, e muito menos como “vamos serializar seu cérebro e torcer”.

Restaurar só o que dá pra identificar

A ativação analisa capacidades, mostra uma proposta e só então executa. Cada item pode terminar como restaurado exatamente, restaurado pelo próprio app, aproximado, excluído por privacidade, falho ou não suportado.

  • Rules organizam janelas; não lançam apps.
  • O contexto pode reutilizar processos já abertos.
  • Sessão nativa do aplicativo tem preferência quando existe.
  • Contextos privados e sensíveis ficam fora por padrão.
  • Sair do contexto não fecha trabalho sem confirmação.

O que é realmente viável

Abrir um `.kra`, um diretório de projeto, uma workspace de editor ou um terminal numa pasta é bem mais realista do que tentar recuperar qualquer texto nunca salvo dentro de qualquer app.

Então o produto precisa mostrar fidelidade de restauração, não esconder as limitações atrás de um check verde gigante.

Sets ainda são canônicos

Os documentos canônicos atuais definem Sets. Work Environments é uma proposta de refinamento de produto preparada em paralelo enquanto a Fase 2 continua ativa.

Até uma mudança explícita no decision register, implementação de backend continua seguindo a semântica canônica de Sets. O site mostra a direção sem fingir que a migração já aconteceu.

Estado atual

Existe design preparatório detalhado, mas isso não é uma feature disponível nem uma API congelada. Backend pertence a fases posteriores e a experiência mais completa depende do desktop/profile que conseguir oferecer cada capacidade.