Por que isso existe?
Rolling release é ótimo até o dia em que uma atualização importante resolve implicar com o boot, o driver ou alguma parte crítica do sistema. A resposta do Felunyx não é fingir que isso nunca vai acontecer.
A ideia é bem mais simples: mudanças importantes precisam ter um caminho de volta que faça sentido antes da gente apertar confirmar, não depois que tudo já deu ruim.
Como a ideia funciona
O backend de transações classifica risco, decide se a operação merece snapshot e apresenta o plano. O snapshot é parte da mesma história da atualização, não um recurso perdido em outro aplicativo.
- Smart é a política padrão de snapshots automáticos.
- Mudanças de maior risco recebem proteção deliberada.
- Restauração do sistema preserva a home por padrão.
- Restauração da home cria antes um snapshot de segurança do estado atual.
Na prática
A pessoa deveria conseguir olhar uma atualização e entender: o que muda, qual foi o risco calculado, se existe snapshot, qual escopo ele cobre e o que acontece se ela decidir voltar.
Nada de um botão “rollback” que parece ótimo até você descobrir que ele também tinha opiniões sobre seus arquivos pessoais.
Por baixo do capô
As instalações automáticas usam Btrfs com escopos separados de sistema e home. A orquestração de snapshot pertence ao backend compartilhado de transações, enquanto a interface só apresenta estado, consequência e evidência.
A configuração crítica deve usar escrita atômica e o histórico da ação precisa sobreviver a interrupções o suficiente para explicar o que aconteceu depois.
Estado atual
A arquitetura e as decisões já definem a direção. A base Btrfs está dentro do trabalho de Fase 2, mas a experiência integrada de risco, snapshot, journal e recovery pertence principalmente às Fases 3 e 5.
Então sim: é uma promessa importante do produto. Não, ainda não é uma feature pronta pra confiar seus dados reais.