Por que derivar de uma base madura?

Compositor Wayland não é só “onde eu coloco as janelas”. Tem DRM/KMS, input, protocolos, XWayland, outputs, renderização, compatibilidade e uma quantidade bem respeitável de formas de estragar seu sábado.

A autoria do Felunyx não depende de reimplementar tudo isso. Ela aparece na política de workspace, layout, stacks, foco, regras, restauração e integração com o resto do sistema.

O que fica perto do upstream

Infraestrutura genérica deve ficar o mais perto possível da fundação madura. Felunyx mantém um delta mensurável e tenta mandar correções genéricas upstream quando fizer sentido.

  • hardware e DRM/KMS;
  • plumbing de input/render/output;
  • protocolos Wayland comuns;
  • ciclo de vida de XWayland;
  • compatibilidade genérica.

O que continua sendo Felunyx

Floating, Snap, Tiling, Rolling, Monocle, stacks, workspaces dinâmicos, transições determinísticas, regras e restauração ficam do lado de política Felunyx. A shell continua planejada em Qt/QML com estado e política fora da apresentação.

E o cosmic-comp?

`pop-os/cosmic-comp` é a primeira fundação preferida pro protótipo porque preserva a linhagem Rust + Smithay e já traz infraestrutura madura.

Isso não significa “Felunyx vai usar COSMIC”. A Fase 8 precisa provar que dá pra separar dependências e políticas específicas do COSMIC sem criar um fork impossível de manter. Se não der, a decisão continua aberta.

Estado atual

Essa é estratégia de protótipo de Fase 8, não desktop entregue. KDE continua sendo a referência inicial e o desktop nativo não está no caminho crítico da primeira versão útil da distro.